20 de abril de 2011

Meu Querido May(c)k



Enquanto você anda por ai distante com uma garrafa de vinho na mão,
Eu por aqui me pego ao som de um bom Rock’n Roll pela orla da lagoa.
Quais seriam os sonhos?
Quais seriam os objetivos?
Não sei Querido Mayk.

Sei que gira o mundo e que giramos em idéias surreais.
Desejos serenos de um abraço.

Então Querido Mayk,
O que poderia me dizer agora após todas as declarações?
Cataria meus piolhos?
Roubaria meu doritos?
Também não sabe não é mesmo Querido Mayk.

Sei que tudo passa, vontades e anseios.
Alegrias ficam no pensamento e a podemos eternizar.
Sabe querido Mayk, posso afirmar:
Não somos bobos e não somos cegos.
Quis eu poder ter uma bola de cristal e tudo adivinhar.

Bebendo vinho e achando que a solução está no fundo da garrafa,
Alimentando sentimentos ao som de Renato, o Russo.

Sei agora Querido Mayk.
As horas passaram mais intensas.
A saudade mesmo assim não apagou.
Então tenho de gritar!
Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná Ná
Delirium Delirium Delirium Delirium  


Sóbrios novamente.

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