15 de julho de 2011

Monodia


''(des)sentindo um tanto de (de)sentimentos
acompanhem a estréia do monólogo de dois,
monodia.''





São dois anjos. Entretanto dois anjos que se consideram humanos.
São eles monólogos de dois corpos!

(Somos um.)

O silêncio no leve toque de um beijo sobre sua face. Assim me despeço, olho para trás e choro. Lágrimas de alegria. Pois sei que logo estarei contigo novamente.

(Re)Encontraremos.

Pelo chão caído um papel envelhecido. Nele continha um desenho. Era uma rosa. Os dizeres? Bem.

_ M(S)eu anjo amado.

(É posto o papel em uma caixa de vidro.)

Um feixe de luz os toca e logo vão crescendo as alm(caix)as. Assim como m(s)eu coração. Sente? Começa agora a correr sangue nas veias daquele(s) que considerava(m)-se detentor(es) de  sentimentos tolos e fragilizados.

Isso mesmo. Sangue nos sentimentos.

(Lágrimas.)

Começa o término do monólogo de dois anjos. 
Um coração. Dois corpos. Uma alma.


(Boa noite.) 

3 comentários:

  1. Nossa Lucas,
    Adooorei esse seu texto.Parabéns mesmo..ficou muito bacana!

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  2. aiiiiiiiiiinnn...no coments...que maravilha, dá até vontade de te bater!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Amado, já enviei solicitação no Face, só falta tu me add. Adorarei te ter por perto. Um beijo

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  3. Obrigado pelo carinho Marisete! Fico feliz que tenha gostado.

    Um beijo!

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