11 de dezembro de 2011

Relato

lucas repetto



Fogo este que quei(a)ma – necessidade do mundano
É o grito da essência
Destruída
Corrompida

Cigarro-isolamento-droga-cerveja-sexo-falo

Essência mastigada
Pelo mundo de mim – dentro e fora
Essência mundana
Que agora solta à voz

Mais um cigarro, ó senhor!

4 comentários:

  1. Tudo que nos destroi faz tão parte de nos do que nos mesmos fazemos delas.

    Mas é tão bom por vezes viver do mundano, a sujeira é tal mais real, tão mais necessaria do que a ilusão da pureza. Um pouco de esbornia não faz mal a ninguém!

    Xeru :*

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  2. quem não for nem um tiquinho mundano que atire a primeira pedra! Ai, como eu amo sexo, segurar um cigarro e dar umas baforadas...(parei de fumar).
    Bjos

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  3. O mundano nos invade, mas por permissão... sou mundana, sou mundeira, tenho tesão pelo viver cada gota de transgressão... e lembrando Florbela: "Sou aquela que no mundo anda perdida...", mas que me encontro em mim, em ti e no mundo...

    Adorei o poema!

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