10 de abril de 2012

Confúcio


Vezes ou outras, sempre talvez; questiona-se mesmo.
O quê?
O fato.
De que fato é fato e de que a alma de um ser humano em essência é bruta, não evoluída. Por isso tanto complicada se faz.
Percebem-se os questionamentos.
E os não?
Do princípio aterrador da simplicidade onde a confusão se (des)faz mesmo por longe ao próprio Confúcio e suas letras (confusas?).
— a falta viu;
— dos valores antigos;
— antes do antigo que se percebe a sociedade.
D’alma sadia, perceber o Vento do pensamento que corre longe... Longe... Longe dele mesmo.
O Vento.
De pensamento fez-se, carregando(-os) tudo o que é humano.
Social.


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