1 de abril de 2012

ípsilon

Um tempo onde;
não havia fragmentos e nomes para os tipos de arte.

(processos)

Visuais,
Dança,
Música,
Cênicas,
Outras mais criadas pelos não criadores.

Onde estão estes homens?
(Quando a dança da vida era uma coisa só)

Esperança, esperança, esperança!
Cantemos d’alma a canção flamejante.

E penso, logo, por isso, penso.
Ó coração oriundo da necessidade, que num por vir às coisas boas voltem até você.

(— não tanto — por mais um dos fragmentos palavróticos)

Um comentário:

  1. Agrada-me a maneira que estrutura o que escreve, como brinca com as palavras, as interrogações, os parênteses, como pega um significado que quando visto rapidamente veste roupa dele mesmo mas, quando lido com cuidado, transforma-se em outro sem deixar de ser o que era. E isto é realmente muito agradável e inteligente.

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