15 de março de 2013

Oh, my Barbara!


Sem teus manuscritos, meus olhos cegaram-se, minha mente aborreceu-s(e)mbruteceu. Diariamente brisas de sentimentos íntimos tentam, apenas tentam me erguer nas entrelinhas do que sou. Sou? Não sei mais o que sou. Não sei o que me tornei. Não sei identificar sonhos. Viajo no meu baú de ideias imaginárias escondido por debaixo da cama, pois, o mundo cá fora virou uma tumba, um músculo acidentado e minhas asas sentem o mesmo fim que as do Ícaro.

Deito-me!





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