24 de julho de 2013

... do nada.


Veem assim do nada – sentimentos (como rascunhos), do bem ou do mal (tanto faz). Mas veem. Resultado de ser vivo e ter coração (que pulsa, não pulsa). Do nada assim, como as linhas desse desenho – à toa. Mas com memórias, cada linha. Como sentimentos, vazios talvez. Mas, vazios cheios.

 

Desenho em papel A4 (75g/m² 210mm x 297mm), caneta esferográfica.

8 comentários:

  1. Um ótimo texto, devidamente ilustrado.
    Parabéns pela sua arte!
    Abraços

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    1. Obrigado Lucas, fico contente que tenha apreciado.

      Abraços.

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  2. Parabéns pela obra, é um talento que eu gostaria de ter para expressar meus sentimentos.
    Grande abraço e sucesso!

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    1. Obrigado Evandro!

      Não sei se o que tenho é um talento, mas, que me faz bem esses riscos e desenhos que me aventuro, me faz.

      Sucesso pra gente, abraços.

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  3. Nossas contradições que transbordam. Juntando tudo transformando em um pouco de nós.

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    1. Sempre; cada fragmento de confusão se unidos tornam-se nós mesmos - poeticamente (ou não).

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  4. Do caos telúrico da terra, do magma escaldante das erupções, surgem ilhas verdejantes, onde antes não havia nada.

    http://apoesiaestamorrendo.blogspot.com.br/

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    1. De pleno acordo Fábio.
      Originou-se do caos as flores da alma.

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