13 de setembro de 2013

Assino o decreto de mim mesmo.



Morreu, entre partes o que foi valido, mas apenas para o irreconhecível (in-aceitável). Vive agora, sob pena de ser um novo – renascido – sem asas, talvez nos desenhos, mas o corpo (...) cru, sendo o que é, até que se envolva num outro tipo de metamorfose por debaixo da terra.

E por assim estarem justos e de acordo, lavram, e caminham para o mesmo objeto de evolução e sentipensamento. O mundo, o corpo, o espírito. Eu.


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