5 de dezembro de 2012

Desenho, Sem Título, Papel A3 Canson (300g/m² 297mm x 420mm) 
Nanquim.

Meu Jacobs I

Desenho, Meu Jacobs I, Papel A4 Canson (300g/m² 210mm x 297mm)
Nanquim.

1 de novembro de 2012


Desenho, Sem Título, Papel A4 (75g/m² 210mm x 297mm) sobre Papel Color Set
Caneta nanquim e colagem.

3 de agosto de 2012

E Angelus clamou.


Nasceram os ofícios do coração quando deveras Angelus decidiu não mais sentir os seus poemas. A mulher, com espírito maciço de diamante o roubou. O quê? Ainda um mistério. Ele clamou. Oh! Rainha, para onde foram os remendos de m’alma. Ela estendeu a mão enquanto ele chorou.


Desenho em papel A4 (75g/m² 210mm x 297mm), nanquim.

20 de julho de 2012

A FLOR AMEAÇA(AMA)DA




Que de fraca apenas o coração.
Aquele fraco forte, de alma sonhadora, amadora, alegre que ama.
Forte deveras é.
Essa — Esta flor.
Que nem a morte com sua foice exuberante a faz sentir-se ameaçada.
Flor que cai uma pétala.
(outra, outras e...) ,uebras, o corpo presente.esma e com ela mesma e seu coraççada.
.
Quebra o caule, tornam-se cinza os tons.
E ainda sim, sempre.
Ressuscita-se se amando, ameaçando ela mesma seu próprio coração.
Flor que rima com amor.
(pois, simples acredita-se)
De carne, corpo presente.
(deleite, sabor, saliva em seu ardor)
Olha ai.
Novamente o amor.
(outro, outros e...)


.

19 de julho de 2012

Desenho, Sem Título, Papel A4 (75g/m² 210mm x 297mm)
Caneta nanquim.

17 de julho de 2012

Desenho, Sem Título, Papel A4 60 kg (120g/m² 210mm x 297mm)
Caneta esferográfica.

13 de julho de 2012

Desenho, Sem Título, Papel A4 (75g/m² 210mm x 297mm)
Lápis de cor e pincel permanente.






12 de julho de 2012


Para Mozart e eu numa manhã de janela aberta e coração fechado.



Desenho, Sem Título, Papel A4 (75g/m² 210mm x 297mm)
Lápis de cor e grafite.




28 de junho de 2012

Desenho, Sem Título, Papel A4 60 kg (120g/m² 210mm x 297mm)
Nanquim.

26 de junho de 2012





Desenho, Sem Título, Papel A4 (75g/m² 210mm x 297mm)
Lápis grafite.



Fantasmas
Malditócios
da Mente
Doente — Sadia
Sopram
Gritam
Insistem
São?

Desenho, Sem Título, Papel A4 60 kg (120g/m² 210mm x 297mm)
Caneta nanquim.

18 de junho de 2012

(des)ordem

para alguns
viver
é morrer
no sentido poético
do acontecimento






ou não

16 de junho de 2012

Ali. Voltando.









Oh, dor
Encha meu corpo de arrepios
O faz sorrir enquanto m’alma chora
Bonito




9 de junho de 2012

Céu 17: Everlyn em "Escrevemos para sermos Amados"

Everlyn Barbin (lê)screve:

24ª Epístola — Ausente talvez por vir

Em algum momento na madrugada do dia 17 de fevereiro de 2005, Gilberto ou Gilberta Ilda, vedou completamente a janela e a porta do seu quarto, colocou um livro aberto sobre a escrivaninha. Em seguida, após ter ligado a impressora do computador, despejou álcool e gasolina por todo o cômodo e no seu próprio corpo, sentou, deixou alguns papéis saírem impressos da máquina e então acendeu um cigarro. No dia 20 de janeiro Gilberto/Gilberta Ilda foi enterrada no cemitério do Bonfim na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. E em sua lápide de bronze lê-se a seguinte inscrição:

‘’Sob a escultura em mármore branco de um Hermafroditos dormindo: escrevemos para sermos amados.’’

...

Sinto fortes dores quando te escrevo!
Façamos com que a morte de nosso amor seja mais serena!

...

Peço-te um pouco de atenção...

...

A geografia que hora te escrevo trás tua visão quase mítica, talvez apofânica como a do Corpus Christi no momento da elevação. Esta carta tem o gemido do mar que parece a voz mesma da noite, como se o tempo tivesse uma única voz que a fizesse ouvir num só ponto da terra. Aqui, no espaço entre eu e você, por estas páginas manuscritas.

...

O amor de minha alma é maior que o medo...

...

Meu coração disparou como Vesúvio em plena ativação vulcânica. As verdades que tenho que te contar nesta carta trás uma emoção que facilmente nos fará chorar de tão meiga emoção. É por que vou escrever nosso contrato e pacto de amor. Tenho que te contar minha situação atual com relação aos vários aspectos de minha vida. Seja o aspecto profissional, o financeiro, o acadêmico e o sentimental. Tudo isso por que eu quero um dia casar com você, entenda casar no sentido forte do verbo. Acho que você me completaria por inteira. Acho que estou pantônica demais, sou também uma filosofante. Espermar, eis o verbo que já aprendi contigo. Vamos discutir tudo, ok? Fica calmo que tudo vai dar certo entre nós, nossa história de amor não virará apenas palavras ao vento, mas, tornar-se-á realidade de fatos notórios. Acredito nisto, que tudo eu faço para que nosso amor aconteça, nunca posso te trazer o mal, sou um anjo que apareceu na tua vida como um deus hermafrodito e você é meu deus. Por isso, torno minhas, palavras de Dom Quixote: ‘’Louco sou e louco devo ser’’...

Transcrição: lucas repetto 

***



Fragmento:

O Céu Sobre os Ombros
71min | 35mm | cor | 2010
Direção: Sérgio Borges
Elenco: Everlyn Barbin, Edjucu Moio, Murari Krishna e Grace Passô





8 de junho de 2012

Desenho, Sem Título, Papel A4 60 kg (120g/m² 210mm x 297mm)
Giz pastel oleoso e lápis de cor.

Desenho, Sem Título, Papel A4 60 kg (120g/m² 210mm x 297mm)
Lápis grafite.

6 de junho de 2012

Querid’alma



I

Numa noite qualquer descobri,

Que no amor pode-se ser como

Cristo,

Pecado

Ou Maria de Magdala apedrejada.

II

Eis que surge o sol e junto uma caravana que trás consigo o leite e o sal.

Para que vieres, 

Oh dor?

Para ausentar-me de mim mesmo, 

Deixar-te sentir cru sentimento tão pleno.





2 de junho de 2012

(nascend)(m)(o)(rrendo)

lucas repetto



Esconde-se no simples algo que me atraí mais do que qualquer grandiosidade. Talvez nem se esconda!

27 de maio de 2012

so(´)(u)ser



so(´)(u)ser anjo?
so(´)(u)ser árvore?
so(´)(u)ser anjo-árvore?
so(´)(u)ser árvore-anjo?
so(´)(u)ser arbor...
so(´)(u)ser angelus...
so(´)(u)ser arbangelus?
so(´)(u)ser arboranjo?
so(´)(u)ser arbor + angelus.
so(´)(u)ser arbangelus.
arbangelus.
agora sei (sou). (...)






17 de maio de 2012

16 de maio de 2012

O menino outro

lucas repetto


Um menino
Sem sonhos, pois,
Não sabia quais eram seus próprios sonhos.

Falta? Ou,
Muitos sonhos, tantos, que ele não conseguia dizê-los?
Talvez.

Muitos sentimentos! Muitos... Muitos... Muitos... Em quinze anos.
Nem sabia ao certo seu aniversário em qual data comemorava-se, o menino.
A mãe lembrava-o, para um simples abraço.

E o que gosta? (perguntei-o)
Eu não sei saber do que gosto, vivo este dia e depois o outro. (disse-me)
Pode ser que (des)gostosuras davam-se no decorrer do percurso desse menino,
Nada longínquo ou planejado — o momento.

Da-me a mão? Vamos desenhar? Era um constante sentimento em cada um, desenhar.
Ele (Eu) gosta(o) de desenhar e não muito de estudar,
Professores chatos — que só o fazia escrever.
Menino, menino deste tempo.

Bonito. Singelo. Branco. Franzino. Cabeça oval. Olhos moribundos. Cabelo quase raspado com pequenas voltinhas enlouradas. Mão grande. Suave. Jeans azul. Vontade. Curiosidade. Perfume. Candura. Uma mãe. A Vitória. Uma menininha. O ônibus. O caminho. À noite. Um aperto de mão. Meu rascunho. Meu beijo.


27 de abril de 2012

(des)encanto encanto



I

onde se encontra a expressão

de mi(n) no outro

(.) (?)

que no percurso

da caminhada não me causa

algum encanto

não flui

a poesia

a imagem

apenas letras

de rejeição

II

pelo outro que tanto

me (des)encanta

perdidamente

sentiu-se

a vontade do beijo

o estalar do tocar

dos lábios

ainda sim, nenhuma

excitação

nenhum membro,

rígido


19 de abril de 2012

Sutil? Plasticismo


Não habita em mi(n)
a sabedoria poética,
como outrora habitou em poetas
com mais sentimentos.

O plasticismo de hoje,
tomou-me conta
e não há como brandir com m'alma,
ela plastificou-se em obra, (não) poética.

Mas há, há!
Uma forma que grita, expõe pelo mais sutil
movimento de pensamento, o sentir (pensamento).

Seguem-se, cheiros de mi(n)
que logo fogem decorrente a paciência;
imatura, da poesia viva.


12 de abril de 2012

Recipient(sotnemitn)es

Para todas as Felicitações recebidas em 11 de abril de 2012


lucas repetto

São como recipientes cristalinos,
de cristal;
Percebível são as faíscas que por dentro estouram nestes recipientes;
Como se algo não coubesse ao mesmo tempo em que se foi (é) necessário caber;
Mas não há saída para as faíscas;
Permanecem nos recipientes, loucas.
Só resta novamente adormecerem e outrora acordarem em outros recipientes;
Menos ou mais densos,
talvez nem tanto mais de cristal cristalino,
estas faíscas da centelha divina.
Logo, mexem-se, remexem-se os recipientes,
pelo simples forte impulso (vontade) que por dentro os habita, estas faíscas louco-humanas;
Como Chatterton impulsionam (vida? morte?) O movimento que de bom grado nos remete ao abraço.
Assim somos;
Recipientes de questões:
 — percursos, isolados, coletivos, internos, externos, próprios, nossos, amantes que olvidam algo que não os acometeu a memória do momento.
Abraços entre-humanos.
(imagem e sentimento)


10 de abril de 2012

Confúcio


Vezes ou outras, sempre talvez; questiona-se mesmo.
O quê?
O fato.
De que fato é fato e de que a alma de um ser humano em essência é bruta, não evoluída. Por isso tanto complicada se faz.
Percebem-se os questionamentos.
E os não?
Do princípio aterrador da simplicidade onde a confusão se (des)faz mesmo por longe ao próprio Confúcio e suas letras (confusas?).
— a falta viu;
— dos valores antigos;
— antes do antigo que se percebe a sociedade.
D’alma sadia, perceber o Vento do pensamento que corre longe... Longe... Longe dele mesmo.
O Vento.
De pensamento fez-se, carregando(-os) tudo o que é humano.
Social.


1 de abril de 2012

ípsilon

Um tempo onde;
não havia fragmentos e nomes para os tipos de arte.

(processos)

Visuais,
Dança,
Música,
Cênicas,
Outras mais criadas pelos não criadores.

Onde estão estes homens?
(Quando a dança da vida era uma coisa só)

Esperança, esperança, esperança!
Cantemos d’alma a canção flamejante.

E penso, logo, por isso, penso.
Ó coração oriundo da necessidade, que num por vir às coisas boas voltem até você.

(— não tanto — por mais um dos fragmentos palavróticos)

31 de março de 2012

À toa

Quis usar este espaço à toa. À toa!
Simplesmente preencher — ou não — com palavras.


...


Soltas.
bem,
s


o


l


t


a


s


Fugiram e desenhei.

30 de março de 2012

transmigração (rascunho)



lucas repetto


... Do que poderia ser? Estava deleitando minha mão e a mente.



29 de março de 2012

O menino tempo (rascunho)



lucas repetto

Sentipensamento do que poderia vir a virar palavras.

14 de março de 2012

Desenho, Sem Título, Papel A4 60 kg (120g/m² 210mm x 297mm)
Caneta nanquim.

12 de março de 2012

(el)(e)u)(s)

lucas repetto

9 de março de 2012


Desenho, Sem Título, Papel A3 60 kg (120g/m² 297mm x 420mm)
Caneta nanquim.


Das viagens nos riscos e grafismos, onde a intenção foi deixar a mão vibrar no papel. Não me foi caro (objetivo) um resultado final, mas sim o processo.

Desenho, Sem Título, Papel A4 60 kg (120g/m² 210mm x 297mm)
Caneta nanquim.

8 de março de 2012

Desenho, Sem Título, Papel A4 60 kg (120g/m² 210mm x 297mm)
Caneta nanquim e hidrocor.

6 de março de 2012

Je Veux - Zaz

Je Veux
Zaz
Composição: Zaz


Eu Quero

 

Dá-me uma suíte no Ritz, eu não quero!
Joias da Channel, eu não quero!
Dá-me uma limusine, o que é que eu faria?
Papalapapapala
Deem-me empregados, o que é que eu faria?
A mansão Neufchatel, isso não é para mim.
Dá-me a Torre Eiffel, o que é que eu faria?
Papalapapapala


Eu quero amor, alegria, bom humor
Não é o dinheiro que me trará felicidade,
Eu quero morrer com a mão no coração
Papalapapapala
Juntos, descobrir a minha liberdade,
Portanto, esqueçam todos os vossos padrões,
Bem-vindo à minha realidade!


Estou cansada das boas maneiras, são muito para mim!
Eu como com as mãos, e eu sou assim!
Eu falo alto e sou sincera, desculpem-me!
Acaba a hipocrisia vou-me embora!
Estou cansado dos linguarudos! Olhem para mim,
De qualquer maneira eu não vos culpo, e eu sou assim
Eu sou assim
papalapapapala


Eu quero amor, alegria, bom humor
Não é o dinheiro que me trará felicidade,
Eu quero morrer com a mão no coração
Papalapapapala
Juntos, descobrir a minha liberdade,
Portanto, esqueçam todos os vossos padrões,
Bem-vindo à minha realidade!


Eu quero amor, alegria, bom humor
Não é o dinheiro que me trará felicidade,
Eu quero morrer com a mão no coração
Papalapapapala
Juntos, descobrir a minha liberdade,
Portanto, esqueçam todos os vossos padrões,
Bem-vindo à minha realidade!


Eu quero amor, alegria, bom humor
Não é o dinheiro que me trará felicidade,
Eu quero morrer com a mão no coração

Papalapapapala
Juntos, descobrir a minha liberdade,
Portanto, esqueçam todos os vossos padrões,
Bem-vindo à minha realidade!


Eu quero amor, alegria, bom humor
Não é o dinheiro que me trará felicidade,
Eu quero morrer com a mão no coração
Papalapapapala
Juntos, descobrir a minha liberdade,
Portanto, esqueçam todos os vossos padrões,
Bem-vindo à minha realidade!