24 de julho de 2013

... do nada.


Veem assim do nada – sentimentos (como rascunhos), do bem ou do mal (tanto faz). Mas veem. Resultado de ser vivo e ter coração (que pulsa, não pulsa). Do nada assim, como as linhas desse desenho – à toa. Mas com memórias, cada linha. Como sentimentos, vazios talvez. Mas, vazios cheios.

 

Desenho em papel A4 (75g/m² 210mm x 297mm), caneta esferográfica.

22 de julho de 2013


Desenho em papel japonês 210mm x 297mm, lápis de cor e grafite

11 de julho de 2013

Zero horas


Fria – muito,
Foi a noite ontem.
Nem mesmo a lua aparecera
Para que seus olhos eu pudesse enxergar
Pensei até que por outras galáxias
Ela tinha se refugiado para se esquentar.
No céu escuro, insisti.
Mas não achei o seu olhar.
Aproveitei então meu dom – muitos chamam assim, dom –
Então olhei para o alto
E desenhei
A minha lua (que é você)
Para que novamente
Seus olhos pudessem me observar – me confortar.
Você,
Barão das palavras,
Amador.
Meu amor.